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        <description>Justen, Pereira, Oliveira &#38; Talamini escritório de advocacia</description>
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	<title>Informativo — Advogados</title>
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                        <title>EDIÇÃO 236 &#8211; OUTUBRO / 2026</title>
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                        <pubDate>Thu, 29 Oct 2026 20:03:52 +0000</pubDate>
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                        <description><![CDATA[Legal 500 &#8211; 2027 edition _____ A Justen, Pereira, Oliveira &#38; Talamini Advogados foi novamente reconhecida pelo Legal 500 entre os principais escritórios do país, com destaque para as áreas de Direito Público (Tier 1), City Focus Curitiba (Tier 1), Projetos e Infraestrutura, Contencioso e Arbitragem. O ranking também conferiu reconhecimentos individuais a diversos sócios&#8230; <a class="more-link" href="https://justen.com.br/edicao-236-outubro-2026/">Continue reading <span class="screen-reader-text">EDIÇÃO 236 &#8211; OUTUBRO / 2026</span></a>]]></description>
                        <content:encoded><![CDATA[		<div data-elementor-type="wp-post" data-elementor-id="26559" class="elementor elementor-26559" data-elementor-post-type="post">
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									<article><h4><b>Legal 500 &#8211; 2027 edition</b></h4><h4><strong>_____</strong></h4><p><span style="font-weight: 400;">A <b><i>Justen, Pereira, Oliveira &amp; Talamini Advogados</i></b> foi novamente reconhecida pelo Legal 500 entre os principais escritórios do país, com destaque para as áreas de Direito Público (Tier 1), City Focus Curitiba (Tier 1), Projetos e Infraestrutura, Contencioso e Arbitragem. O ranking também conferiu reconhecimentos individuais a diversos sócios do escritório, incluindo <b>Marçal Justen Filho</b> (Hall of Fame), <b>Cesar Pereira</b>, <b>Fernão Justen de Oliveira</b>, <b>Eduardo Talamini</b>, <b>André Guskow Cardoso</b>, <b>Alexandre Wagner Nester</b>, <b>Rafael Wallbach Schwind</b>, <b>Marçal Justen Neto</b>, <b>Felipe Scripes Wladeck</b>, <b>Paulo Orternack Amaral</b> e <b>Karlin Olbertz Niebuhr</b>, em categorias que abrangem Direito Público, infraestrutura, contratações públicas, regulação, arbitragem e resolução de disputas. O escritório agradece a confiança de seus clientes e o empenho de toda a equipe, que tornam possíveis conquistas como essa. Confira <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://www.instagram.com/p/DfDo2CXmmGQ/?img_index=1" target="_blank" rel="noopener">aqui</a></span>.</span></p></article>								</div>
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									<article><h4><b>A regulação da inteligência artificial na União Europeia: alcance e impactos do AI Act</b></h4><h4><strong>_____</strong></h4><p><span style="font-weight: 400;">A rápida expansão das aplicações de inteligência artificial levou diferentes jurisdições a discutir mecanismos de regulação voltados à mitigação de riscos, à proteção de direitos fundamentais e à promoção da inovação. Nesse contexto, o artigo de </span><b>Fernão Justen de Oliveira</b><span style="font-weight: 400;"> e </span><b>Lucas Lunardelli Vanzin Zwicker</b><span style="font-weight: 400;"> examina o regime instituído pelo AI Act da União Europeia, considerado o primeiro marco regulatório abrangente dedicado à inteligência artificial. O texto analisa a estrutura normativa baseada em níveis de risco, as obrigações aplicáveis a fornecedores e usuários de sistemas de IA, as regras específicas para modelos de uso geral e o alcance extraterritorial da regulamentação, destacando seus potenciais reflexos para empresas que operam ou oferecem soluções tecnológicas no mercado europeu. </span><a href="https://justen.com.br/artigo_pdf_2/regulacao-de-ia-na-uniao-europeia/" target="_blank" rel="noopener"><span style="text-decoration: underline;">Leia Mais</span></a>.</p></article>								</div>
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									<article><h4>A EC 141/2026 e os contratos administrativos: reflexos da redução da jornada de trabalho sobre a equação econômico-financeira</h4><h4><strong>_____</strong></h4><p><span style="font-weight: 400;">A EC 141/2026, que reduziu a jornada semanal de trabalho e substituiu a escala 6&#215;1 por um regime de dois dias de repouso semanal, tem potencial para produzir impactos relevantes sobre contratos administrativos em execução, especialmente aqueles que envolvem dedicação contínua de mão de obra. O tema é examinado no artigo de </span><b>Alexandre Wagner Nester</b><span style="font-weight: 400;">, publicado originalmente no portal Migalhas (acesse </span><a href="https://www.migalhas.com.br/depeso/466633/o-fim-da-escala-6x1-e-a-recomposicao-da-equacao-economico-financeira"><span style="font-weight: 400;">aqui</span></a><span style="font-weight: 400;">). O texto analisa os pressupostos jurídicos da recomposição da equação econômico-financeira diante de alterações normativas supervenientes, diferencia as hipóteses de repactuação e de reequilíbrio contratual e discute os critérios que poderão orientar a atuação da Administração Pública e dos contratados caso a proposta venha a ser aprovada. </span><a href="https://justen.com.br/artigo_pdf/o-fim-da-escala-6x1-ec-141-2026-e-a-recomposicao-da-equacao-economico-financeira-dos-contratos-administrativos/" target="_blank" rel="noopener">Leia Mais</a>.</p></article>								</div>
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									<article><h4><b>Qualificação econômico-financeira nas licitações: os efeitos do Acórdão 2.418/2026 do TCU</b></h4><h4><strong>_____</strong></h4><p><span style="font-weight: 400;">O Acórdão 2.418/2026-Plenário do TCU enfrentou uma questão recorrente na aplicação do art. 69 da Lei 14.133/2021: o alcance da exigência de apresentação das demonstrações contábeis dos dois últimos exercícios sociais e sua relação com a qualificação econômico-financeira dos licitantes. O artigo de </span><b>João Antonio Luz Bolognesi</b><span style="font-weight: 400;"> examina especificamente a controvérsia acerca da necessidade de atendimento dos índices econômico-financeiros nos dois exercícios sociais apresentados, analisando os efeitos práticos do precedente para a elaboração de editais e para a condução dos procedimentos licitatórios. </span><span style="font-weight: 400;">Já o texto de </span><b>Fernando Boselli Beleski Carvalho de Oliveira</b><span style="font-weight: 400;"> e </span><b>Mariana Rostyslavivna Da Costa Tronenko</b><span style="font-weight: 400;"> aborda os fundamentos adotados pelo TCU e sobre a interpretação do art. 69 da Lei 14.133/2021 à luz da finalidade dos requisitos de habilitação econômico-financeira. </span><span style="font-weight: 400;">Confira o artigo 1 <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://justen.com.br/artigo_pdf/art-69-da-lei-14-133-2021-o-alcance-da-exigencia-dos-dois-ultimos-exercicios-sociais-no-entendimento-do-tcu/" target="_blank" rel="noopener">aqui</a></span> e o artigo 2 <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://justen.com.br/artigo_pdf_2_est/a-preferencia-do-ultimo-exercicio-social-na-afericao-de-indices-de-habilitacao-economico-financeira-em-licitacoes-o-entendimento-do-tcu-no-acordao-2-418-2026/" target="_blank" rel="noopener">aqui</a></span>.</span></p></article>								</div>
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									<article><h4><b>O programa de redução da concentração no mercado de gás natural (“gas release”)</b></h4><h4><strong>_____</strong></h4><p><span style="font-weight: 400;">A ANP submeteu à consulta pública a minuta de resolução que institui o Programa de Redução da Concentração no Mercado de Gás Natural (Gas Release), pelo qual o agente com elevada participação no mercado fica obrigado a vender, em leilões conduzidos pela agência, parte dos volumes de gás natural de que é titular. A medida tem fundamento no art. 33 da Lei 14.134/2021 (Nova Lei do Gás), e temas como a substituição de volumes em contratos vigentes e o preço de referência dos leilões devem marcar a audiência pública de 19 de novembro, com impacto direto para produtores, comercializadores, distribuidoras e consumidores. Confira a análise de </span><b>Willian Alves dos Santos</b><span style="font-weight: 400;"> sobre o tema. </span><a href="https://justen.com.br/artigo_pdf/o-programa-de-reducao-da-concentracao-no-mercado-de-gas-natural-gas-release-e-seu-fundamento-juridico/" target="_blank" rel="noopener"><span style="text-decoration: underline;">Leia Mais</span></a>.</p></article>								</div>
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									<article><h4><b>O novo federalismo tributário brasileiro: autonomia, coordenação e governança após a reforma</b></h4><h4><strong>_____</strong></h4><p><span style="font-weight: 400;">A reforma tributária promovida pela EC 132/2023 não alterou apenas a tributação sobre o consumo. Ao instituir o IBS e um modelo de administração tributária integrada, a emenda constitucional redesenhou aspectos relevantes do federalismo fiscal brasileiro. O novo regime combina legislação nacional uniforme, autonomia dos entes federativos para definição de alíquotas e atuação coordenada por meio do Comitê Gestor do IBS, suscitando questões relevantes sobre fiscalização, lançamento, cobrança e repartição de receitas. Confira a análise de </span><b>Lucas Lunardelli Vanzin Zwicker</b><span style="font-weight: 400;">, publicada no portal Migalhas (acesse </span><span style="text-decoration: underline;"><a href="https://www.migalhas.com.br/depeso/465657/o-novo-federalismo-tributario-brasileiro-autonomia-apos-a-reforma" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">aqui</span></a></span><span style="font-weight: 400;">), sobre os limites constitucionais e os desafios de implementação desse novo modelo de federalismo tributário. </span><a href="https://justen.com.br/artigo_pdf/o-novo-federalismo-tributario-brasileiro-autonomia-coordenacao-e-governanca-apos-a-reforma-tributaria/" target="_blank" rel="noopener"><span style="text-decoration: underline;">Leia Mais</span></a>.</p></article>								</div>
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									<article><h4><b>Eventos de outubro</b></h4><h4><strong>_____</strong></h4><p><span style="font-weight: 400;">No dia 29/10, em Brasília, a <strong><em>Justen, Pereira, Oliveira &amp; Talamini </em></strong>sediou mais um encontro da Comissão da Advocacia nos Órgãos de Controle da OAB/DF. O convidado foi Rodrigo Medeiros de Lima, Procurador do Ministério Público de Contas do TCU, que preferiu palestra sobre os processos de Responsabilização no TCU. O evento também contou com a presença de membros das Comissões de Direito Administrativo e Direito Administrativo Sancionador, além de servidores públicos e advogados. Confira as <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://www.instagram.com/p/DfHtVtfFbF-/?utm_source=ig_web_copy_link&amp;mdxt=MzRlODBiNWFlZA%3D%3D&amp;srtk=MzRlODBiNWFlZA%3D%3D" target="_blank" rel="noopener">fotos</a></span>.</span></p></article><p> </p><p>No dia 28 de outubro de 2026, às 17h30, o sócio <strong>Paulo Osternack Amaral</strong> participou como debatedor na Reunião Seccional Híbrida conjunta do CESA-PR e do IAP, cujo tema central foi &#8220;O novo Recurso Especial e os impactos do filtro da relevância no STJ&#8221;. O evento ocorreu presencialmente no auditório do IAP em Curitiba, com transmissão híbrida. Confira <a href="https://www.instagram.com/p/DfINe_ZywoJ/?xtok=cGRsMTJvZmE5cnd3" target="_blank" rel="noopener"><span style="text-decoration: underline;">aqui</span></a>.</p><p> </p><article><p><b>Fernão Justen de Oliveira</b><span style="font-weight: 400;"> participou de dois eventos realizados neste mês voltados ao debate de temas atuais do Direito Público e da regulação. No dia 27, em Curitiba, integrou o encontro “Universidade &amp; Direito”, na PUCPR, dedicado ao tema “Direito Administrativo do Medo” (</span><span style="text-decoration: underline;"><a href="https://www.instagram.com/p/DfGGCh8GpAs/?img_index=1" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">fotos</span></a></span><span style="font-weight: 400;">). No dia 28, participou em São Paulo do seminário “Transição Energética e Direito”, promovido pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, compondo o painel “Minerais Críticos, Regulação e Cadeias Produtivas” (</span><span style="text-decoration: underline;"><a href="https://www.instagram.com/p/DfGGCh8GpAs/?img_index=1" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">fotos</span></a></span><span style="font-weight: 400;">). Os eventos reuniram especialistas para discutir desafios jurídicos relacionados à regulação, à transição energética e ao desenvolvimento econômico.</span></p><p> </p><p><span style="font-weight: 400;">Entre os dias 21/10 e 23/10, participaram da IX Competição Brasileira de Processo os estagiários <b>Andressa Rocha</b> (como pesquisadora), <b>João Vitor Tassinari</b> e <b>Gustavo Camargo</b> (como oradores), representando a equipe da Universidade Federal do Paraná. A tradicional competição é organizada pelo Instituto Brasileiro de Direito Processual (IBDP) e pelas Processualistas e, nesta 9ª Edição, abordou discussões envolvendo natureza de litisconsortes, tutela provisória em obrigação alimentar e precedentes. Participaram 45 equipes na fase escrita, tendo sido 24 delas classificadas para a fase oral, que ocorreu em Brasília. O estagiário João Vitor Tassinari, do departamento contencioso, foi condecorado com o Prêmio de 2º melhor Orador-Recorrente; e sua dupla, Daniela Muchenski Oliveira, conquistou o 1º lugar, recebendo o Prêmio de melhor Oradora-Recorrente da Competição. <a href="https://www.instagram.com/p/DfGFKwempui/?utm_source=ig_web_copy_link&amp;vrfl=MzRlODBiNWFlZA%3D%3D&amp;srtk=MzRlODBiNWFlZA%3D%3D" target="_blank" rel="noopener">Veja as <span style="text-decoration: underline;">fotos</span></a>.</span></p><p> </p></article><article><p><span style="font-weight: 400;">Em 16 de outubro, <b>Marçal Justen Filho</b> participou da palestra “Contratações Públicas e Inteligência Artificial”, promovida pela Conlicitantes. O evento reuniu especialistas para debater os impactos da inteligência artificial sobre as contratações públicas e os principais desafios jurídicos associados à utilização dessas tecnologias pela Administração Pública. Confira </span><a href="https://www.instagram.com/reel/DemPdIyxbdh/?dlrf=MTg4dnIzNHNwMWZlMg%3D%3D" target="_blank" rel="noopener"><span style="text-decoration: underline;"><span style="font-weight: 400;">aqu</span><span style="font-weight: 400;">i</span></span></a><span style="font-weight: 400;">.</span></p></article>								</div>
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									<article><h4><b>Convite &#8211; 02/12 | Lançamento da obra &#8220;Novas Questões do Setor Elétrico&#8221;</b></h4><h4><strong>_____</strong></h4><p><span style="font-weight: 400;">É com grande satisfação que convidamos para o lançamento da obra coletiva “Novas Questões do Setor Elétrico: Panorama, Paradigmas e Perspectivas”, publicada pela Editora Fórum, sob a coordenação de <b>Marçal Justen Filho</b>, <b>Vládia Viana Regis</b> e <b>Lucas Spezia Justen</b>, com prefácio de Mario Veiga. A coletânea promove o debate sobre temas de grande relevância para o presente e o futuro do setor. O evento será realizado no dia 02/12, às 18h, na sede do escritório em Brasília (SHIS, QL 10, Conjunto 07, Casa 01 – Lago Sul. Clique </span><a href="https://forms.gle/XqNoT5dWhkQ7WcUq5" target="_blank" rel="noopener"><span style="text-decoration: underline;"><span style="font-weight: 400;">aqui</span></span></a><span style="font-weight: 400;"> para confirmar sua presença.</span></p></article>								</div>
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                                                <content><![CDATA[<article><h4><b>Legal 500 - 2027 edition</b></h4><h4><strong>_____</strong></h4><p>A <b><i>Justen, Pereira, Oliveira &amp; Talamini Advogados</i></b> foi novamente reconhecida pelo Legal 500 entre os principais escritórios do país, com destaque para as áreas de Direito Público (Tier 1), City Focus Curitiba (Tier 1), Projetos e Infraestrutura, Contencioso e Arbitragem. O ranking também conferiu reconhecimentos individuais a diversos sócios do escritório, incluindo <b>Marçal Justen Filho</b> (Hall of Fame), <b>Cesar Pereira</b>, <b>Fernão Justen de Oliveira</b>, <b>Eduardo Talamini</b>, <b>André Guskow Cardoso</b>, <b>Alexandre Wagner Nester</b>, <b>Rafael Wallbach Schwind</b>, <b>Marçal Justen Neto</b>, <b>Felipe Scripes Wladeck</b>, <b>Paulo Orternack Amaral</b> e <b>Karlin Olbertz Niebuhr</b>, em categorias que abrangem Direito Público, infraestrutura, contratações públicas, regulação, arbitragem e resolução de disputas. O escritório agradece a confiança de seus clientes e o empenho de toda a equipe, que tornam possíveis conquistas como essa. Confira <a href="https://www.instagram.com/p/DfDo2CXmmGQ/?img_index=1" target="_blank" rel="noopener">aqui</a>.</p></article><article><h4><b>A regulação da inteligência artificial na União Europeia: alcance e impactos do AI Act</b></h4><h4><strong>_____</strong></h4><p>A rápida expansão das aplicações de inteligência artificial levou diferentes jurisdições a discutir mecanismos de regulação voltados à mitigação de riscos, à proteção de direitos fundamentais e à promoção da inovação. Nesse contexto, o artigo de <b>Fernão Justen de Oliveira</b> e <b>Lucas Lunardelli Vanzin Zwicker</b> examina o regime instituído pelo AI Act da União Europeia, considerado o primeiro marco regulatório abrangente dedicado à inteligência artificial. O texto analisa a estrutura normativa baseada em níveis de risco, as obrigações aplicáveis a fornecedores e usuários de sistemas de IA, as regras específicas para modelos de uso geral e o alcance extraterritorial da regulamentação, destacando seus potenciais reflexos para empresas que operam ou oferecem soluções tecnológicas no mercado europeu. <a href="https://justen.com.br/artigo_pdf_2/regulacao-de-ia-na-uniao-europeia/" target="_blank" rel="noopener">Leia Mais</a>.</p></article><article><h4>A EC 141/2026 e os contratos administrativos: reflexos da redução da jornada de trabalho sobre a equação econômico-financeira</h4><h4><strong>_____</strong></h4><p>A EC 141/2026, que reduziu a jornada semanal de trabalho e substituiu a escala 6x1 por um regime de dois dias de repouso semanal, tem potencial para produzir impactos relevantes sobre contratos administrativos em execução, especialmente aqueles que envolvem dedicação contínua de mão de obra. O tema é examinado no artigo de <b>Alexandre Wagner Nester</b>, publicado originalmente no portal Migalhas (acesse <a href="https://www.migalhas.com.br/depeso/466633/o-fim-da-escala-6x1-e-a-recomposicao-da-equacao-economico-financeira">aqui</a>). O texto analisa os pressupostos jurídicos da recomposição da equação econômico-financeira diante de alterações normativas supervenientes, diferencia as hipóteses de repactuação e de reequilíbrio contratual e discute os critérios que poderão orientar a atuação da Administração Pública e dos contratados caso a proposta venha a ser aprovada. <a href="https://justen.com.br/artigo_pdf/o-fim-da-escala-6x1-ec-141-2026-e-a-recomposicao-da-equacao-economico-financeira-dos-contratos-administrativos/" target="_blank" rel="noopener">Leia Mais</a>.</p></article><article><h4><b>Qualificação econômico-financeira nas licitações: os efeitos do Acórdão 2.418/2026 do TCU</b></h4><h4><strong>_____</strong></h4><p>O Acórdão 2.418/2026-Plenário do TCU enfrentou uma questão recorrente na aplicação do art. 69 da Lei 14.133/2021: o alcance da exigência de apresentação das demonstrações contábeis dos dois últimos exercícios sociais e sua relação com a qualificação econômico-financeira dos licitantes. O artigo de <b>João Antonio Luz Bolognesi</b> examina especificamente a controvérsia acerca da necessidade de atendimento dos índices econômico-financeiros nos dois exercícios sociais apresentados, analisando os efeitos práticos do precedente para a elaboração de editais e para a condução dos procedimentos licitatórios. Já o texto de <b>Fernando Boselli Beleski Carvalho de Oliveira</b> e <b>Mariana Rostyslavivna Da Costa Tronenko</b> aborda os fundamentos adotados pelo TCU e sobre a interpretação do art. 69 da Lei 14.133/2021 à luz da finalidade dos requisitos de habilitação econômico-financeira. Confira o artigo 1 <a href="https://justen.com.br/artigo_pdf/art-69-da-lei-14-133-2021-o-alcance-da-exigencia-dos-dois-ultimos-exercicios-sociais-no-entendimento-do-tcu/" target="_blank" rel="noopener">aqui</a> e o artigo 2 <a href="https://justen.com.br/artigo_pdf_2_est/a-preferencia-do-ultimo-exercicio-social-na-afericao-de-indices-de-habilitacao-economico-financeira-em-licitacoes-o-entendimento-do-tcu-no-acordao-2-418-2026/" target="_blank" rel="noopener">aqui</a>.</p></article><article><h4><b>O programa de redução da concentração no mercado de gás natural (“gas release”)</b></h4><h4><strong>_____</strong></h4><p>A ANP submeteu à consulta pública a minuta de resolução que institui o Programa de Redução da Concentração no Mercado de Gás Natural (Gas Release), pelo qual o agente com elevada participação no mercado fica obrigado a vender, em leilões conduzidos pela agência, parte dos volumes de gás natural de que é titular. A medida tem fundamento no art. 33 da Lei 14.134/2021 (Nova Lei do Gás), e temas como a substituição de volumes em contratos vigentes e o preço de referência dos leilões devem marcar a audiência pública de 19 de novembro, com impacto direto para produtores, comercializadores, distribuidoras e consumidores. Confira a análise de <b>Willian Alves dos Santos</b> sobre o tema. <a href="https://justen.com.br/artigo_pdf/o-programa-de-reducao-da-concentracao-no-mercado-de-gas-natural-gas-release-e-seu-fundamento-juridico/" target="_blank" rel="noopener">Leia Mais</a>.</p></article><article><h4><b>O novo federalismo tributário brasileiro: autonomia, coordenação e governança após a reforma</b></h4><h4><strong>_____</strong></h4><p>A reforma tributária promovida pela EC 132/2023 não alterou apenas a tributação sobre o consumo. Ao instituir o IBS e um modelo de administração tributária integrada, a emenda constitucional redesenhou aspectos relevantes do federalismo fiscal brasileiro. O novo regime combina legislação nacional uniforme, autonomia dos entes federativos para definição de alíquotas e atuação coordenada por meio do Comitê Gestor do IBS, suscitando questões relevantes sobre fiscalização, lançamento, cobrança e repartição de receitas. Confira a análise de <b>Lucas Lunardelli Vanzin Zwicker</b>, publicada no portal Migalhas (acesse <a href="https://www.migalhas.com.br/depeso/465657/o-novo-federalismo-tributario-brasileiro-autonomia-apos-a-reforma" target="_blank" rel="noopener">aqui</a>), sobre os limites constitucionais e os desafios de implementação desse novo modelo de federalismo tributário. <a href="https://justen.com.br/artigo_pdf/o-novo-federalismo-tributario-brasileiro-autonomia-coordenacao-e-governanca-apos-a-reforma-tributaria/" target="_blank" rel="noopener">Leia Mais</a>.</p></article><article><h4><b>Eventos de outubro</b></h4><h4><strong>_____</strong></h4><p>No dia 29/10, em Brasília, a <strong><em>Justen, Pereira, Oliveira &amp; Talamini </em></strong>sediou mais um encontro da Comissão da Advocacia nos Órgãos de Controle da OAB/DF. O convidado foi Rodrigo Medeiros de Lima, Procurador do Ministério Público de Contas do TCU, que preferiu palestra sobre os processos de Responsabilização no TCU. O evento também contou com a presença de membros das Comissões de Direito Administrativo e Direito Administrativo Sancionador, além de servidores públicos e advogados. Confira as <a href="https://www.instagram.com/p/DfHtVtfFbF-/?utm_source=ig_web_copy_link&amp;mdxt=MzRlODBiNWFlZA%3D%3D&amp;srtk=MzRlODBiNWFlZA%3D%3D" target="_blank" rel="noopener">fotos</a>.</p></article><p> </p><p>No dia 28 de outubro de 2026, às 17h30, o sócio <strong>Paulo Osternack Amaral</strong> participou como debatedor na Reunião Seccional Híbrida conjunta do CESA-PR e do IAP, cujo tema central foi "O novo Recurso Especial e os impactos do filtro da relevância no STJ". O evento ocorreu presencialmente no auditório do IAP em Curitiba, com transmissão híbrida. Confira <a href="https://www.instagram.com/p/DfINe_ZywoJ/?xtok=cGRsMTJvZmE5cnd3" target="_blank" rel="noopener">aqui</a>.</p><p> </p><article><p><b>Fernão Justen de Oliveira</b> participou de dois eventos realizados neste mês voltados ao debate de temas atuais do Direito Público e da regulação. No dia 27, em Curitiba, integrou o encontro “Universidade &amp; Direito”, na PUCPR, dedicado ao tema “Direito Administrativo do Medo” (<a href="https://www.instagram.com/p/DfGGCh8GpAs/?img_index=1" target="_blank" rel="noopener">fotos</a>). No dia 28, participou em São Paulo do seminário “Transição Energética e Direito”, promovido pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, compondo o painel “Minerais Críticos, Regulação e Cadeias Produtivas” (<a href="https://www.instagram.com/p/DfGGCh8GpAs/?img_index=1" target="_blank" rel="noopener">fotos</a>). Os eventos reuniram especialistas para discutir desafios jurídicos relacionados à regulação, à transição energética e ao desenvolvimento econômico.</p><p> </p><p>Entre os dias 21/10 e 23/10, participaram da IX Competição Brasileira de Processo os estagiários <b>Andressa Rocha</b> (como pesquisadora), <b>João Vitor Tassinari</b> e <b>Gustavo Camargo</b> (como oradores), representando a equipe da Universidade Federal do Paraná. A tradicional competição é organizada pelo Instituto Brasileiro de Direito Processual (IBDP) e pelas Processualistas e, nesta 9ª Edição, abordou discussões envolvendo natureza de litisconsortes, tutela provisória em obrigação alimentar e precedentes. Participaram 45 equipes na fase escrita, tendo sido 24 delas classificadas para a fase oral, que ocorreu em Brasília. O estagiário João Vitor Tassinari, do departamento contencioso, foi condecorado com o Prêmio de 2º melhor Orador-Recorrente; e sua dupla, Daniela Muchenski Oliveira, conquistou o 1º lugar, recebendo o Prêmio de melhor Oradora-Recorrente da Competição. <a href="https://www.instagram.com/p/DfGFKwempui/?utm_source=ig_web_copy_link&amp;vrfl=MzRlODBiNWFlZA%3D%3D&amp;srtk=MzRlODBiNWFlZA%3D%3D" target="_blank" rel="noopener">Veja as fotos</a>.</p><p> </p></article><article><p>Em 16 de outubro, <b>Marçal Justen Filho</b> participou da palestra “Contratações Públicas e Inteligência Artificial”, promovida pela Conlicitantes. O evento reuniu especialistas para debater os impactos da inteligência artificial sobre as contratações públicas e os principais desafios jurídicos associados à utilização dessas tecnologias pela Administração Pública. Confira <a href="https://www.instagram.com/reel/DemPdIyxbdh/?dlrf=MTg4dnIzNHNwMWZlMg%3D%3D" target="_blank" rel="noopener">aqui</a>.</p></article><article><h4><b>Convite - 02/12 | Lançamento da obra "Novas Questões do Setor Elétrico"</b></h4><h4><strong>_____</strong></h4><p>É com grande satisfação que convidamos para o lançamento da obra coletiva “Novas Questões do Setor Elétrico: Panorama, Paradigmas e Perspectivas”, publicada pela Editora Fórum, sob a coordenação de <b>Marçal Justen Filho</b>, <b>Vládia Viana Regis</b> e <b>Lucas Spezia Justen</b>, com prefácio de Mario Veiga. A coletânea promove o debate sobre temas de grande relevância para o presente e o futuro do setor. O evento será realizado no dia 02/12, às 18h, na sede do escritório em Brasília (SHIS, QL 10, Conjunto 07, Casa 01 – Lago Sul. Clique <a href="https://forms.gle/XqNoT5dWhkQ7WcUq5" target="_blank" rel="noopener">aqui</a> para confirmar sua presença.</p></article>]]></content>                </item>
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